Obesidade [TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER]

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Obesidade

Obesidade é assunto sério no Brasil. Mais de 52% de brasileiros adultos sofrem os efeitos de estarem acima do peso. E as crianças não ficam de fora, infelizmente. Foi-se o tempo em que a obesidade em crianças era sinônimo de “saúde”. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 1 em cada 3 crianças brasileiras entre os 5 e 9 anos estão acima do peso. Segundo informações do Ministério da Saúde do Brasil (1999), a OMS (Organização Mundial de Saúde), classifica a obesidade uma doença de alto risco, crônica e reincidente.

Podemos classificar a obesidade como o acúmulo de gordura corporal que normalmente desencadeia ou está associada à problemas de saúde, como por exemplo, a hipertensão, o diabetes, a apnéia do sono, doenças cardiovasculares, depressão, doenças cerebrovasculares e até o câncer.

Uma das formas de diagnosticar a obesidade é através do cálculo do IMC – Índice de Massa Corporal – onde divide-se o peso pela altura do indivíduo  (IMC = peso / altura x altura) e obedecendo esta classificação, temos:

Peso normal: IMC entre 18.0 a 24,9 kg/m2

Sobrepeso: IMC entre 25.0 a 29, 9 kg/m2

Obesidade grau 1: IMC entre 30.0 – 34.9 kg/m2

Obesidade grau 2: IMC entre 35.0 – 39.9 kg/m2

Obesidade grau 3 ou obesidade mórbida: IMC igual ou superior 40 kg/m2

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 2 milhões de brasileiros estão com IMC igual ou superior a 40.

O excesso de peso pode se instalar na região abdominal ou de uma forma mais localizada em várias regiões do corpo gerando modificações e ou deformidades.

Não se pode classificar a obesidade como resultado de um excesso calórico alimentar e falta de exercícios físicos; esta doença é complexa e merece ser observada e estudada de forma holística.

Obesidade: como tratá-la?

Orientação psicológica:

Considerando a obesidade como uma doença multifatorial e seus efeitos perigosos, uma excelente forma de iniciar o tratamento é agendando um horário com um psicólogo. O profissional auxiliará no tratamento de problemas emocionais e de personalidade, lançando luz ao que pode corroborar com o ganho de peso e como vencer suas dificuldades.

Planejamento e reeducação alimentar

Outro passo após a consciência de que algo deve ser modificado no seu dia-a-dia, é olhar com lente de aumento para o que vai no seu prato.

Uma reeducação alimentação adequada e bem orientada poderá ser determinante neste momento. Os resultados não virão da noite para o dia, mas serão contínuos e eficazes.

Atividade física

A atividade física planejada, orientada e em alguns casos com a ajuda de um profissional competente, trará grandes benefícios e resultados extraordinários, ainda que no começo seja apenas uma caminhada diária moderada.

Prescrição de medicamentos

Há casos onde a atividade física, reeducação alimentar e dieta bem orientada não são suficientes ou não geram os resultados esperados e uma prescrição médica se faz necessária.

No Brasil, a maioria dos medicamentos para perda de peso, diminuição do apetite e queima de gordura são tarja preta e são proibidos; outros são ineficazes devido seus efeitos colaterais e perfil do paciente, logo, é mais uma iniciativa que necessita de acompanhamento de profissional competente.

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Cirurgia

A cirurgia para obesidade é a medida mais radical e é indicada apenas em casos graves.

Gastroplastia, também conhecida como cirurgia bariátrica ou cirurgia da obesidade que consiste na redução do volume do estômago e dependendo da técnica, o comprimento do intestino para dificultar a absorção de nutrientes objetivando a eliminação de peso para pacientes com o IMC muito elevado.

O procedimento é complexo e demanda disciplina, foco, mudança radical de comportamento, prática de atividade física, acompanhamento médico para o resto da vida e uma vida repleta de cuidados.

Com a redução do estômago e consequentemente a redução da ingestão de alimentos, os pacientes que passaram por este procedimento absorvem menos vitaminas e minerais, o que resulta em constante atenção, pois efeitos imediatos e de longo prazo  – se não observados – podem levar a graves problemas ósseos, fisiológicos e até neurológicos.

Outro fator relevante, é a possibilidade de voltar a ganhar peso anos após a cirurgia.

Com muita responsabilidade, comprometimento, amor próprio, planejamento e se cercando de orientações, informações, profissionais competentes e acompanhamento médico, é possível vencer a obesidade.

Vamos refletir sobre o assunto?

Cuidar do nosso peso corporal e reverter esse quadro?

Fonte: Quero Saúde Sempre



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